Como evitar e proteger sua casa e saúde do Mofo!

Livre-se do mofo

Conheça formas de evitar e proteger a casa e a saúde desse inimigo que vem com a umidade

Lívia Alves, iG São Paulo

 

Foto: Getty Images

Além de danos à saúde, o mofo também pode danificar as estruturas de casas e apartamentos

Calor, pouca ventilação e chuvas constantes são características do verão brasileiro. Mas estas são também as condições exatas que o mofo precisa para proliferar dentro de casa, em especial nos locais mais abafados.

Segundo a doutora pela Universidade de São Paulo (USP), Natasha Rebouças Ferraroni, médica Alergista e Imunologista do Hospital regional da Asa Norte, em Brasília, o mofo é o nome popular dado à proliferação de fungos e pode causar muitos danos à saúde. “Existem três maneiras do mofo influir na nossa saúde: pela inalação, ingestão e em contato com os olhos”, explica.

 João Negreiros Tebyriçá, vice-presidente da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia) ainda lembra que, quando inalado, o mofo pode causar quadros alérgicos como asma, rinite e sinusite. E, em contato com os olhos, causa conjuntivite.

Cuidados na construção 

Além de danos à saúde, o mofo também pode danificar a estrutura da casa e causar muitos prejuízos. “Já vi um pequeno mofo na parede do quarto se transformar em um buraco de um metro, que causou infiltração e trincas na parede da casa pois a estrutura estava cedendo”, diz o arquiteto e urbanista Mauricio Venâncio, dono da Venâncio Arquitetura, em Limeira (SP).

Antes mesmo do início da construção é possível pensar em diversas maneiras de evitar que o mofo apareça na residência. “Ainda na fase de estudo do projeto arquitetônico é fundamental verificar a posição do sol, as condições físicas do solo e a ventilação”, afirma o arquiteto Gustavo Capriotti Bonás, de Sorocaba (SP). 

De acordo com Venâncio, existem três metas importantes que devem ser seguidas para impedir a aparição dos fungos dentro de casa: a primeira é a ventilação cruzada, isto é, a construção de portas e janelas em lados opostos para que o ar circule pela casa. 

A segunda meta é a insolação dentro da residência. “A casa precisa receber luz natural. Assim, os dormitórios devem ser construídos com face Leste e Norte, posições onde há mais sol de manhã e no inverno, respectivamente”, explica. 

Por último, é preciso ter atenção com a impermeabilização do solo. “Antes de fazer a fundação da casa é necessário impermeabilizar bem todos os cômodos, afim de não trazer umidade do chão dentro de casa”, diz Venâncio. Aplicação de mantas asfálticas sobre as paredes que estão diretamente em contato com solo e massas poliméricas no chão são algumas das soluções que podem ser usadas.

Fique atento a armários e infiltrações

Foto: Getty Images

Saquinhos com cravo, canela em pau e giz pode ajudar a reter a umidade

Ser cauteloso antes da construção da casa ou reforma do apartamento é o ideal, porém, o mofo não escolhe hora para aparecer. Basta ter uma minúscula infiltração que o fungo já surge. Por isso, fique atento aos pequenos focos de infiltração em paredes e pias, falhas nas tubulações e forros ou telhas quebradas. 

Além disso, é preciso ter bastante cuidado com os armários, um dos locais preferidos do mofo. “É importante manter um pequeno afastamento entre o armário, a parede e o teto, pois além de facilitar a limpeza do local, ajuda na circulação do ar entre as peças”, explica Capriotti.

Caso o mofo já esteja aparente, o médico alergista do hospital Oswaldo Cruz, de São Paulo, Pedro Bianchi, aconselha a aplicação de ácido fênico ou água sanitária em cima do fungo. 

Muitas vezes, mesmo com o problema da infiltração resolvido, o local que continha o mofo permanece com umidade e um cheiro forte de mofo. Neste caso, Carlos Alfredo, da lavanderia Nova Paulista, aconselha colocar cravo ou canela em pau dentro de um saco no local ou então espalhar pedaços de giz branco pela casa para reter a umidade.

viaLivre-se do mofo – Serviços – iG.

Anúncios

O momento em que o corretor de imóveis é fundamental!

Negociar um imóvel sem um profissional capacitado acarreta diversos riscos que comprometem a segurança e o conforto das partes envolvidas
O corretor de imóveis representa um peso importante na intermediação da compra, venda, permuta e locação de imóveis.

Hoje, cerca de 15% dos corretores de imóveis no Brasil já possuem o curso superior em gestão de negócios imobiliários e a capital federal tem 18 mil profissionais cadastrados no Creci-DF. A procura pelo diploma e o crescimento da profissão em 21,8% em 2010 reafirmam as responsabilidades dos profissionais registrados no conselho local, que representam um peso importante na intermediação da compra, venda, permuta e locação de imóveis.

Contudo, a participação e a atuação desse profissional perdem espaço no mercado com o surgimento de iniciativas particulares para negociar um imóvel sem a presença de um profissional capacitado. Antes de efetuar a compra, venda ou locação de um empreendimento, o interessado deve se ater a uma série de cautelas para não transformar a transação imobiliária em pesadelo. A leitura dos documentos referentes ao imóvel, como a certidão negativa do ônus nos cartórios de distribuição, e do proprietário e várias outras necessárias para a conclusão efetiva da negociação são imprescindíveis.

A Associação Brasileira do Mercado Imobiliário (ABMI) se preocupa com a constante divulgação na internet que incentiva as vendas e compras de imóveis sem a intermediação de um corretor. Virgínia Duailibe, presidente da ABMI, alerta para os riscos que o cidadão corre ao negociar um imóvel livremente e repreende os movimentos oriundos da internet que estimulam a dispensa do corretor. “Essas manifestações que tentam menosprezar, das mais diversas formas, a atividade do corretor não têm sido pontuais, muito pelo contrário. São constantes, insidiosas e, mesmo aquelas de caráter subliminar, vêm produzindo estragos no conceito que os proprietários de imóveis fazem dos corretores”.

Duailibe diz que a intermediação vai além da mera apresentação entre as partes envolvidas no negócio. “A atividade de um corretor demanda conhecimento”.

À disposição do cidadão

João Teodoro, presidente do Sistema Conselho Federal de Corretores de Imóveis e Conselhos Regionais (Cofeci-Creci), lembra que não existe lei que obrigue o cidadão a contratar um corretor para fazer a negociação do imóvel, mas existem outros fatores que demandam mais atenção. “Existe a lei que regula a profissão do corretor de imóveis e o coloca à disposição dos cidadãos para que o mercado seja bem atendido e tenha um serviço de qualidade”, explica.

Teodoro enfatiza que a atividade do corretor é extremamente trabalhosa e envolve muito conhecimento: “Hoje, o profissional atualiza o conhecimento sobre o mercado todo tempo, com participações, cursos, certificações e até mesmo graduações com o objetivo de melhorar a oferta de seu trabalho”.

Para ele, o surgimento de sites que propõem dispensar o corretor de imóveis é produto da iniciativa de pessoas que objetivam fraudar as transações imobiliárias. “Estes sites são feitos por pessoas inconsequentes, que não têm conhecimento sobre a complexidade do mercado de imóvel do DF e se aproveitam das pessoas despreparadas”.

 

Fonte:  Jornal Coletivo

Pai poderá usar FGTS em imóvel de filho!

             Pai Poderá Usar FGTS em Imóvel de Filho   11/02/2010

Uma proposta aprovada ontem (10) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado amplia a possibilidade do uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra da casa própria. O projeto de lei (PLS 375/09) permite que os pais saquem o valor a que têm direito na Caixa Econômica Federal para ajudar o filho maior de 21 anos, casado ou em união estável, a comprar o seu primeiro imóvel.

O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (CRECI -Minas), Paulo José Vieira Tavares, elogia a iniciativa. “Os imóveis estavam muito desvalorizados e recuperaram seus preços ao ter uma valorização nos últimos anos de até 548%. Para o mercado e para os proprietários de imóveis, a valorização foi muito boa, mas isto diminuiu as chances de quem não tem casa própria poder comprar seu imóvel. A iniciativa do senador Jarbas Vasconcelos foi louvável e permitirá que muitos pais possam realizar o sonho de seus filhos, ao ajudar na aquisição da casa própria”, enfatiza Tavares.

Para gozar do benefício, o filho do titular da conta vinculada do FGTS não poderá ser proprietário ou promitente comprador de imóvel. Os recursos do fundo poderão ser usados, neste caso, para pagamento de parte das prestações decorrentes de empréstimo junto ao Sistema Financeiro de Habitação (SFH); liquidação ou amortização de saldo devedor de financiamento imobiliário ou ainda para pagamento total ou parcial de imóvel construído ou lote urbanizado de interesse social não-construído.

O texto, de autoria do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais, onde será analisado em caráter terminativo, antes de ser enviado à Câmara.

 

FONTE:  http://www.crecimg.com.br/Noticias_OnLine/id-82

Em 2010, ‘Crescimento de 112%, no Financiamento Habitacional’!

Prévia da Caixa aponta crescimento de 112% no financiamento habitacional

Considerando todas as modalidades, instituição financiou cerca de 900 mil unidades em 2009. 

 14/01/10, Brasília, DF 

A  Caixa Econômica Federal divulgou (12/janeiro) uma prévia do resultado alcançado no financiamento habitacional em 2009. Os valores superam os R$ 45 bilhões e representam um aumento de 112% se comparada com o resultado alcançado em 2008 (R$ 22,1 bilhões).

Considerando todas as modalidades de financiamentos habitacionais oferecidos pelo banco (FGTS, SBPE, FAR, FDS, Construcard-Caixa e consórcio Imobiliário)  , foram financiadas quase 900 mil unidades no ano passado.

Para a presidenta da CEF, Maria Fernanda Ramos Coelho, a parceria com os governos e iniciativa privada foi fundamental para o alcance dos resultados.

“Sem a parceria realizada com governadores, prefeitos e o setor privado estes resultados não seriam alcançados. O engajamento de todos foi fundamental para o sucesso do financiamento habitacional em 2009”.

O anúncio foi feito durante o lançamento de nova etapa do programa “Minha Casa, Minha Vida” pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que destacou a atuação da Caixa e a importância das parcerias em projetos de desenvolvimento habitacional  “(governantes). Construam e nos tragam os projetos, pois se vocês construírem projetos bem feitos eles serão aprovados. Trabalhem em projetos”, disse. “Se este ano o resultado foi bom, ano que vem vai ser ainda melhor”, garantiu.. 

 

Fonte  http://terraimoveis.imovelweb.com.br/web/editorial/terra_ver_artigo.aspx?ArtigoID=6393

Arquivar documentos! Quais e Porquê… Você sabe por quanto tempo deve guardá-los?

            Confira as dicas e ganhe espaço na sua casa!  Por Amélia em 17,Ago,2009
Nada como ter os documentos em ordem para não ficar em pânico na ocasião da declaração do imposto de renda. Sei que já passamos da fase da declaração, agora resta saber o que deve ser guardado e por quanto tempo.

Sei que logo pensamos em limpar as bolsas, carteiras, gavetas e os armários, e é quando nos deparamos com tantos comprovantes, extratos bancários, e outros documentos, que só de ver o amontoado de papéis, desanima.

Veja a seguir a lista de alguns documentos e seus respectivos prazos de validade, evite guardar documentos desnecessariamente, pois podem ocupar um espaço precioso em sua casa.

Documentos  
Prazo
 Seguros em geral
(vida, veículos, saúde, residência)
1 ano após o término da vigência
 Extratos bancários 1 ano
 Recibos de pagamento de aluguéis
3 anos
 Contrato de aluguel  3 anos
 Taxas e Impostos Municipais e Estaduais (Lixo, IPTU, IPVA, outros) 5 anos
 Contas de água, luz, gás, telefone (inclusive celulares)   5 anos
 Condomínio 5 anos
 Prestação da casa  5 anos
 Mensalidades escolares
5 anos
 Faturas de cartões de crédito  5 anos
 Contratos e recibos de serviços de profissionais liberais como advogados, médicos, dentistas, pedreiros, entre outros 5 anos
 Plano de saúde  5 anos
 Declaração de Imposto de Renda e documentos anexados 
5 anos
 Comprovantes de pagamento de financiamentos de bens como carros e imóveis    Até o término do pagamento de todas as parcelas ou após a entrega da escritura definitiva (imóveis) e/ou documento que oficialize a quitação (consórcio)
 Notas fiscais Até o término da garantia do produto
 Documentos para aposentadoria junto ao INSS 20 anos

Para os tributos, o prazo não mudou com o novo código. Documentos como o comprovante de pagamento de IPTU, IPVA e a declaração de Imposto de Renda devem ser mantidos por 5 anos, contados a partir do primeiro dia útil do ano seguinte ao pagamento. Exemplo: a declaração de I.R. de 2009 deve ser mantida até 02/01/2014.

Contas de água, luz, telefone e gás também devem ser mantidas por 5 anos, pois também são consideradas taxas. Mantê-las serve como garantia de manutenção dos serviços. De qualquer forma, caso o fornecedor alegue que uma conta antiga não tenha sido paga pelo consumidor e este não disponha mais de comprovante, apesar de tê-la pago, ainda assim o consumidor poderá pedir o ônus da prova, ou seja, o fornecedor terá que provar que a conta não foi paga. O consumidor que paga essas contas automaticamente pelo banco já tem a comprovação de pagamento.

A nota fiscal de qualquer tipo de produto ou serviço deve ser guardada não somente pelo prazo de garantia, mas pelo prazo de vida útil do produto, para que o consumidor se resguarde de qualquer defeito oculto de fabricação. Isso vale, por exemplo, para eletrodomésticos, eletro-eletrônicos, automóveis, etc.

Contratos de seguro, em geral, devem ser mantidos pelo prazo de um ano a partir do primeiro pagamento de cada mensalidade. Exemplos: seguro de automóveis e seguro saúde. Isso não vale para o chamado plano saúde. A diferença entre o plano saúde e o seguro saúde é que neste último o consumidor tem a opção de escolher livremente seu médico, tendo direito a reembolso de parte do valor da consulta. No plano saúde o consumidor só pode escolher médicos da rede credenciada pelo plano. Aqui houve uma mudança com o novo código civil: antes os documentos de assistência médica, como o do plano saúde, deviam ser mantidos por 20 anos. Agora, é por apenas 5.

O prazo de manutenção de comprovante do pagamento de aluguel é, com o novo código civil, de 3 anos. No código anterior, o prazo era de 5 anos. Já para o pagamento de condomínio, o prazo de manutenção era de 20 anos, agora passa a ser de apenas 5 anos. É recomendável pedir periodicamente à administradora do condomínio uma declaração de que não existem débitos.

O pagamento de prestação da casa deve ser mantido por 5 anos. Antes, eram 20 anos. Para os consórcios devem-se manter os comprovantes até que seja dada a quitação. A liberação da alienação fiduciária é a prova de que o pagamento foi feito.

O pagamento das mensalidades escolares deve ser guardado por 5 anos. No código civil anterior, era necessário mantê-lo por apenas um ano.

Documentação trabalhista
O contracheque (também conhecido como hollerith) deve ser guardado pelo trabalhador até 5 anos para cobrança de direitos trabalhistas. Caso o trabalhador saia da empresa, terá só 2 anos para efetuar tal cobrança.

Notas de serviços de profissionais liberais devem ser mantidas por 5 anos. Antes, bastava tê-las por um ano.
Para efeito de previdência social, profissionais autônomos devem guardar o carnê do INSS até o pedido do benefício da aposentadoria. Pelo mesmo motivo, trabalhadores devem guardar o contracheque.

Documentação bancária

Cheques devem ser apresentados nos bancos para desconto em até 30 dias, para cheques da mesma praça, e em até 60 dias, para cheques de praças diferentes. A prescrição de um cheque pode ser feita em um prazo máximo de 6 meses contados da apresentação. Esse é o prazo para que o cheque seja executado se não tiver fundo. O canhoto de cheque não tem valor legal, só vale para conferência.

Para faturas de cartão de crédito não há determinação legal. A Associação Nacional dos Usuários de Cartão de Crédito recomenda que elas sejam mantidas pelo mínimo de um ano, por cautela, para que o consumidor se previna contra eventuais lançamentos indevidos e/ou cobrança em duplicidade por parte das administradoras de cartões de crédito.

É importante ressaltar que a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular (que seria o caso dos cartões, pois o consumidor assina um contrato) prescreve em 5 anos. Assim, o consumidor estará totalmente garantido se guardar as faturas do cartão por 5 anos.

 

É muito importante guardar devidamente os comprovantes e documentos, pois eles são a possibilidade de você reclamar qualquer direito seu, sem eles torna-se mais difícil cobrar alguma providencia junto aos órgãos competentes.

Já vi muitas formas de guardar os documentos, em caixas de papelão, pastas transparentes com elásticos, o que eu sugiro é o seguinte:

Para contas mensais do ano corrente, tipo faturas do cartão de crédito, contas de água, luz, gás, telefone, condomínio, mensalidades escolares, plano de saúde, recibo de pagamento de aluguel, seguros em geral utilize aquelas pastas arquivos com várias divisões, e em cada uma delas coloque um tipo de conta, estas contas devem estar arquivadas por ordem cronológica fixas por aquela ferragem que encontramos nas pastas suspensas (nas papelarias vendem só as ferragens;que hoje podem ser até de plásticos mesmo); identifique cada uma das divisões e remova essas contas dessa pasta somente quando o ano findar.

Em janeiro, retire todas as contas arquivadas da pasta com divisórias e coloque-as numa caixa de papelão, devidamente sinalizada e guarde em local seco e ventilado, evitando que eles embolorem, e cuidado também com as traças e roedores, que adoram um bom documento para fazer seu ninho.

Caso você retire algum desses comprovantes ou documentos da pasta, sempre deixe na divisão um lembrete com informações tipo, quem retirou, data, finalidade. Até o retorno do documento o lembrete permanece lá, evitando assim que se retire o documento e não devolva, depois acontece a velha historia, quando precisa do não se sabe para onde foi parar o documento muito menos quem o pegou.

Para documentos pessoais sugiro você ter outra pasta, assim documentos como titulo de eleitor, passaporte, certidão de nascimento e casamento, carteira de reservista, carteira de vacinação e outros documento que não utilizamos diariamente fiquem devidamente guardados, prontos para uso quando necessário.

Agora quando falamos de contratos de locação, prestação de serviços, compra e venda, social, escritura e outros, esses devem ter um pasta própria, devidamente identificada.

->>  Com isso organizado, não tem mistério.

 

Sabia que: ‘Formigas’ escolhem Casa Melhor do que Humanos?

 
  • Formigas escolhem casa melhor do que humanos, diz pesquisa 22 de abril de 2009 • 17h02 • atualizado às 17h21

 

Cientistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, que estudam como as formigas escolhem os seus ninhos através de minúsculos transmissores de rádio dizem que elas são melhores em escolher suas casa do que os "irracionais" seres humanos. De acordo com informações publicadas no site britânico do jornal The Times.

Munidos de rádio transmissores de 3 milímetros de comprimento instalados nas costas das formigas, os pesquisadores observaram como as formigas escolheram entre dois lugares pré-determinados para formar as suas casas. Segundo os cientistas, as formigas escolheram o ninho de melhor qualidade, apesar de ser nove vezes mais longe do que a outra alternativa, não tão bem construída.

Quando uma colônia de formigas precisa emigrar, um grupo de exploradoras vai na frente para descobrir novos ninhos e avaliá-los.

De acordo com Elva Robinson, pesquisadora da Faculdade de Ciências Biológicas da Univeridade de Bristol, 41% das formigas que ficaram no local mais próximo, mais pobre, mais tarde mudaram-se para o ninho melhor que estava mais distante. E das formigas que visitaram primeiro o ninho mais distante, apenas 3% mudaram-se para o mais próximo.

Robinson afirma que outros animais, incluindo humanos, que usam avaliação comparativa, com frequência tomam decisões "irracionais", devido ao contexto no qual as opções são comparadas, entre outros fatores.

"A regra das formigas leva a uma avaliação absoluta da qualidade do ninho que não está sujeita a estes riscos, e dispensa a necessidade de memorização e comparação de cada local visitado", afirma. "A avaliação dos ninhos não precisa ser realizada por cada uma das formigas para que toda a colônia tome a decisão correta", completa a pesquisadora.

 
Note: "…. Segundo os cientistas, as formigas escolheram o ninho de melhor qualidade, apesar de ser nove vezes mais longe do que a outra alternativa,  …"
 
 
 
Fonte: Redação Terra  [Professor Nigel Franks, University of Bristol/Reprodução]